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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Quarta-feira (quase) ótima

Bom dia

Posso dizer que meu feriado de sete de setembro foi quase excelente. A parte boa é que fui para um sítio em Conceição de Piracicaba - mais conhecido como Jorge - com amigos e irmãos da Igreja Presbiteriana.

Futebol em um "campo" de pasto, um bom bate-papo, churrasco e a brincadeira de soltar papagaio - coisa que eu não fazia há tempos - foram algumas das atividades lá.

Quem ficou devendo foi o Galo. Tomou um gol muito cedo e perdeu boas chances de vencer o São Paulo e estragar a mais que justa festa dos mil jogos do lendário Rogério Ceni.

No fim, o saldo foi bom. Agora é esperar o próximo feriado, isso é, se a palpitação das notícias sem hora para acontecer deixar, é claro.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Ideias para o feriado

Bom dia. Meu último texto foi sobre o Galo, mas como o time dá mostras de que vai se recuperar e deixar essa incômoda zona de rebaixamento para trás, hoje escolho um tema mais ameno.

Amanhã é dia 7 de setembro, quando o país comemora o Dia da Independência.

Feriado é uma coisa meio rara para jornalista, mas amanhã, estou de folga. Alguém aí tem alguma ideia para aproveitar bem o dia?

Já pensei em ir para um sítio,ler aquele livro que está pela metade, visitar amigos e parentes que não vejo há tempos...

O único programa certo até agora é assistir o jogo do Galo contra o São Paulo no Morumbi, ás 16h. Até lá, boa parte do dia terá passado.

Pedidos á parte, espero descansar bem e curtir meu raro feriado. Vamos que vamos.

Quer ler um pouco mais do que escrevo? Então acesse twitter.com/ulisses_jor.

No Facebook, basta procurar por Ulisses Nascimento Santos.

domingo, 7 de agosto de 2011

Qual o problema do Galo? A resposta está na base

Qual a resposta para tanta expectativa frustrada nos últimos anos em relação ao Atlético? Muita gente dizia que o problema era a falta de estrutura. Lembro-me que em 2003, quando o Galo fez campanha razoável no Brasileiro, o primeiro de pontos corridos, o time era o obrigado a treinar cada dia em um campo. Em 2004 o alvinegro ensaiou a queda, caiu de fato em 2005, foi campeão da série B em 2006 e a tal estrutura ficou pronta: um Centro de Treinamento de primeira, eleito o melhor do Brasil em pesquisa da Sportv.

Passados alguns anos, a pergunta continua a mesma: o que falta ao Galo? Para alguns, era a falta de “bala na agulha” para grandes contratações. Em 2010, vieram Vanderlei Luxemburgo, Diego Souza (esses buscados no aeroporto pela massa), Daniel Carvalho e Fábio Costa, só pra citar alguns. Depois de um início animador, com a conquista do Campeonato Mineiro, mais um fracasso na Copa do Brasil, e a situação delicada no Brasileiro.

Depois de muito resistir, o presidente Alexandre Kalil dispensou Luxemburgo e trouxe o badalado Dorival Júnior. Com a faca no pescoço ele fez o time jogar o suficiente para não ser rebaixado e algumas partidas memoráveis, como a virada contra o Corinthians, a sensacional vitória sobre o rival (e freguês, porque não?) Cruzeiro e a goleada sobre o Flamengo.

Veio 2011 e a expectativa era boa, porém, os mesmos erros levaram a perda do Campeonato Mineiro, eliminação vexatória na Copa do Brasil e uma campanha pífia no Brasileiro: 8 derrotas, 4 vitórias e 3 empates em 15 rodadas. Muito se discute sobre a demissão do Dorival, e eu sou mais que apoio essa ideia. Acho que ele deve deixar o clube e seguir outro rumo, porque apesar de ser bom profissional, não deu “liga” ao time do Galo.

O problema de demiti-lo é a falta de opção no mercado. Dos grandes treinadores, uma ótima opção seria Levir Culpi, mas ele está tranqüilo no Japão e não sei se estaria disposto a assumir o Galo agora. No mercado nacional a coisa piora porque os disponíveis são os questionados Cuca, Paulo César Carpegiani e Dunga e acho que nenhum dos três tem o perfil que o Galo precisa.

Nesse mar de dificuldades, pelo menos uma coisa boa: o time júnior do Galo venceu hoje (7 de agosto) a taça Bh, segundo torneio mais importante da categoria no país. Bernard, camisa 10 e craque do time, foi o autor do gol da vitória contra o Fluminense. O Galinho fez campanha impecável , vencendo as nove partidas sem levar gols. Talvez seja hora de olhar mais para a base, garotos que gostam do clube e querem mostrar serviço.
Acredito que essa seria a provável solução seria essa: olhar para os garotos do Galo. Vamos que vamos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Resolvi postar de novo....

Vergonha e raiva
Ontem (6, quarta) fui dormir de cabeça inchada. Deitado, com o rádio sintonizado na Itatiaia, enquanto ouvia o comentário do jornalista Júnior Brasil na resenha esportiva, tentava entender como o Galo conseguiu ser eliminado da Copa do Brasil pelo “tradicionalíssimo” Grêmio Prudente, lanterna do Campeonato Paulista. Com a cabeça no travesseiro e o rádio já desligado, o sentimento foi uma mistura de vergonha e raiva.

Para refletir
Como bem disse um torcedor ontem no quadro “Seu nome, seu bairro”, do repórter feito sempre após as partidas pelo repórter Thiago Reis: “Torcer para o Galo é um exercício diário de paciência”. Sábias palavras. Espero que Alexandre Kalil, Eduardo Maluf e Dorival Júnior tenham ouvido essa declaração, porque o amor do atleticano ao clube não acaba, mas paciência, essa sim, tem limite.

#diadojornalista
Hoje é dia do jornalista. Apesar das pedras no caminho, da pressão do dia-a-dia e de algumas desilusões, tenho orgulho em seguir essa profissão. Mesmo com a correria e a constante sensação de que alguma coisa ficou para trás, é boa a sensação de ter me esforçado para informar da melhor maneira possível. Coisas que só quem já provou ou prova diariamente desse vício sabe o que são.

#prontofalei
O presidente da Câmara, Pastor Carlinhos (PV) não poupou críticas ao colega de partido e prefeito Gustavo Prandini. Na opinião do vereador, o chefe do Executivo foi um dos grandes culpados na polêmica da retirada/volta do crucifixo no plenário da Câmara. Essa discussão promete...

Aqui tem mais
Mais comentários sobre a política monlevadense podem ser acessados em twitter.com/ulisses_jor e http://www.facebook.com/ulisses.nascimento#!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Tardelli fez a diferença no clássico



Tardelli resolveu o jogo: marcou três vezes e mostrou muita categoria

Crédito: Eduardo Guzanshe / Em / D.A Press

Depois de quase três anos no Atlético, a estrela de Diego Tardelli finalmente brilhou em um clássico contra o Cruzeiro. Já estava passando da hora do camisa 9 do Galo fazer a diferença em uma partida tão importante.

Teve as qualidades fundamentais de um legítimo matador: categoria, persistência e frieza na hora de finalizar.

Ajustes

A vitória no clássico não pode mascarar alguns erros da equipe. O Atlético ainda toma muitos gols pelo alto e a zaga tem dificuldades com jogadores rápidos , mas o Dorival Júnior pode ajustar o time.

As perspectivas para esta temporada são as melhores possíveis. Com um time rápido e eficiente, o Galo tem tudo para chegar bem e conquistar campeonatos importantes em 2011.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Prandini congela passagem


Crédito: Ulisses Nascimento / Jornal A Notícia
Prandini anuncia congelamento da passagem aos secretários e à imprensa

O prefeito Gustavo Prandini (PV) anunciou hoje (31) de manhã durante coletiva de imprensa o congelamento do preço da passagem de ônibus por um ano. A decisão vai contra o que foi sugerido pelo Conselho Municipal de Transporte (CMT), que queria um reajuste de 11,5%: os valores subiriam dos atuais R$1 na tarifa social, R$2 no Ensconcard e R$2,50 no dinheiro para R$1,10, R$2,50 e R$2,80.

Prandini avalia que faltam dados técnicos que possam embasar o aumento na tarifa. Ele aceitou duas sugestões da Associação dos Usuários do Transporte Coletivo de João Monlevade (Autcom): a criação de uma comissão mista e independente com representantes de vários setores e a contratação de uma consultoria especializada para analisar a planilha de custos da Enscon.

A matéria completa pode ser conferida amanhã em http://www.anoticiaregional.com.br

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Estado de Minas é multado pelo TSE

O jornal "Estado de Minas" foi multado em R$7.000 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por propaganda eleitoral antecipada para o candidato do PSDB á presidência, José Serra.

Quem decidiu pela multa foi a ministra substituta Nancy Andrighi, depois de julgar representação deo Ministério Público Eleitoral contra uma reportagem do EM veiculada no dia 10 de abril, que continha material publicitário de campanha. Para a ministra, o jornal estrapolou seu papel de formar opinião, fazendo propaganda em favor de um candidato.

O EM pode recorrer da decisão no Plenário do TSE, integrado por sete ministros.

Não é muito lembrar que o EM tem uma ligação estreita com o ex-governador Aécio Neves (PSDB), candidato ao Senado e amigo de Serra. Ia chegar o dia que isso iria passar de um simples detalhe.... (foto abaixo)




Foto: EM/D.A Press

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Dilma e as propostas radicais




Com o início oficial da campanha eleitoral essa semana, os candidatos á presidência da República foram obrigados a enviar seus planos de governo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O que chamou a atenção foram as propostas entregues pela assessoria da candidata petista, a ex-ministra Dilma Rousseff.

Entre os planos em um eventual governo destacam-se a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, a tributação de grandes fortunas e o controle social dos meios de comunicação. Devido ao burburinho causado pelos petistas mais moderados e críticos da ex-ministra, o documento foi trocado por um papel mais light, sem os pontos polêmicos.

É bom ligar o sinal de alerta. Qualquer plano de amordaçar a imprensa deve ser entendido como uma grave ameaça á liberdade de expressão, prevista na Constituição. Não é de se admirar que a campanha petista tenha um plano desses em mente. Em janeiro do ano passado, o presidente Lula disse em entrevista á Revista Piauí, que não gosta de ler jornais e que as notícias lhe dão azia.

Natural para quem teceu elogios rasgados a Fidel Castro (Cuba), é amigo de Hugo Chávez (Venezuela) e visitou recentemente Mahmoud Ahmadinejad, o sanguinário presidente do Irã, os três dos mais problemáticos quando o assunto é a relação governo /atuação de jornalistas. É bom ter cuidado com os radicais e suas propostas mirabolantes.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Comercial pé frio

Na peça publicitária feita pela Nike, vários craques aparecem na seguinte situação: decidir um jogo para ser idolatrado ou falhar e ser esquecido para sempre. O curioso é que nenhum dos atletas que participaram dessa propagadanda se destacou no Mundial.
Vai saber porque né?!

Confira o vídeo:

Questão de cultura







O futebol, sem dúvida alguma, mexe - e muito - com a emoção do público. Não preciso nem explicar muito, é algo facilmente perceptível. Vamos ao ponto central da discussão: Brasil e Argentina são países que amam o jogo, respiram o esporte 24 horas por dia. Mas existe uma certa diferença entre nós e os hermanos. É só observar como foi a recepção dos times depois das derrotas na África do Sul.

As duas equipes saíram na mesma fase (quartas-de-final), mas parecia que a Argentina - goleada de forma indiscutível pela Alemanha por 4 a 0 - tinha voltado com a taça, devido a festa dos torcedores albicelestes (foto 1). Além de apoiar o grupo, a multidão pedia a permanência de Diego Maradona á frente da equipe.

Já no Brasil, a coisa foi bem diferente. Parte da delegação desembarcou no Rio de Janeiro, e foi obrigada a ouvir muito. Felipe Melo - que deu passe sensacional para o gol de Robinho no primeiro tempo, mas caiu de produção no segundo e acabou expulso - foi o mais cobrado. Outro que teve a paciência testada foi o ex-aulixiar técnico Jorginho. O lateral da seleção em 1994 estava tenso e discutiu com repórteres.
(foto 2)

Acredito que as reações frente a uma situação muito parecida é uma questão de cultura. Enquanto os argentinos reconheceram o esforço de sua seleção e acreditam em uma campanha melhor em 2014, os brasileiros cobram a seleção como se o destino do país estivesse em jogo nas quatro linhas.

Não é de se admirar que a cada quatro anos o Brasil fique grudado na telinha esperando a taça de campeão do mundo. Deveríamos pensar um pouco em uma frase dita há alguns anos por alguém do meio esportivo: "O futebol é a coisa mais importante das menos importantes".

Futebol é apenas um jogo, ou um pouco - nada, quem sabe - mais que isso.

O Homem do jogo

A festa para nós, brasileiros, acabou. Agora é hora de falar sobre o que aconteceu no jogo. Prefiro não apontar culpados, crucificar esse ou aquele. O Brasil jogou bem no primeiro tempo e poderia até definir a classificação.

Não aproveitou as chances, voltou mal na segunda etapa e levou dois gols. O meia Sneijder foi o homem do jogo, ou "Men of the match", como define a Fifa, por votação em seu site.

Tímido no primeiro tempo, ele chamou a responsabilidade na parte complementar, flutuou bem pelas intermediárias e comandou as jogadas de ataque da laranja. Foi o carrasco da vez.

Abaixo, vídeo com os melhores momentos da partida.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Que venha a Holanda



Depois da partida fácil contra o Chile nas oitavas (3x0) o Brasil agora encara a Holanda. O jogo é amanhã, às 11h - horário de Brasília -, no estádio Nelson Mandela Bay,em Port Elizabeth.

É preciso redobrar a atenção com dois jogadores: Robben e Sneijder (foto acima). O primeiro joga como ponta direita, e tem uma jogada conhecida, e que muitas vezes dá certo: corta pra dentro e bate com a esquerda. O segundo é o grande articulador do time, tem muita visão de jogo, bate bem na bola e tem bom passe.

Olho neles Dunga. Dá-lhe Brasil.