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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Messi, de novo, melhor do mundo

A transmissão da entrega da Bola de Ouro da Fifa na TV, pelo horário brasileiro, é só às 16h, porém, permitam-me um simples exercício de futurologia.

O argentino Lionel Messi, camisa 10 do Barcelona, será eleito, pela quarta vez consecutiva, o melhor jogador de futebol do planeta. Seus concorrentes, o espanhol Andres Iniesta, companheiro no Barça, e o português Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, são craques indiscutíveis, porém, não serão páreo para "La Pulga" dessa vez.

Se falarmos de títulos na temporada, Iniesta e Cristiano Ronaldo tiveram mais destaque. O primeiro fez parte do esquadrão espanhol que venceu a Eurocopa, com direito a goleada impiedosa (4x0) sobre a tradicional Itália na final. O segundo liderou o Real Madrid na conquista do Campeonato Espanhol, com direito a grande atuação e gol no clássico disputado no Camp Nou.

Porém, Messi quebrou um recorde de 40 anos. Ele superou a marca do alemão Gerd Muller, que havia marcado 85 gols em 1972. O argentino foi às redes 91 vezes - isso mesmo, caro (a) leitor (a) - em 2012, pelo Barcelona e seleção argentina.

A quarta Bola de Ouro seguida será um marco, afinal, Messi vai ultrapassar Ronaldo Fenômeno e o franco-argelino Zinedine Zidane, dois monstros do futebol mundial que receberam o prêmio três vezes e estão em qualquer lista dos melhores que eu vi jogar.

Lionel Messi, definitivamente, parece ter vindo de outro planeta.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Djavan, Gil e o Ano Novo

Caro (a) leitor (a), bom dia. Gostaria de agradecer a parceria de vocês em 2012 e desejar um 2013 de muitas realizações, que seja um ano muito abençoado por Jesus Cristo. Hoje vou falar de música. Recentemente assisti dois DVD´s muito bons. O primeiro é Ária, de Djavan. Gravado no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, traz canções de cd do mesmo nome - um raro projeto em que Djavan foi somente intérprete e apresenta interessantes versões de clássicos da MPB e da música mundial, como Fly me to the moon (imortalizada por Frank Sinatra), La Noche (Henrique Eredia/Juan Jose Suarez), Brigas Nunca Mais (Tom Jobim), Palco (Gilberto Gil) e Disfarça e Chora (Cartola), só pra citar alguns - e uma seleção de seus grandes sucessos: Oceano, Te Devoro, Pétala, Flor de Lis e Linha do Equador. Mesmo com banda enxuta - André Vasconcellos no baixo, Marcos Suzano na percussão e Torquato Mariano na guitarra e violão - o show não decepciona, porque os arranjos ficaram ótimos e a ligação de Djavan com a plateia também ajuda muito. O outro DVD é Máquina de Ritmo e Concerto de Cordas, o trabalho mais recente de Gilberto Gil. Com a participação da tradicional Orquestra Petrobras Sinfônica, o compositor baiano chega a um bom resultado mesclando acústico e elétrico. O registro serve de comemoração para os 70 anos de Gil, completos em junho de 2012 As melhores canções - 15 no total - são Máquina de Ritmo, Eu vim da Bahia, Futurível e Andar com Fé. Em suma, vale a pena conferir esses dvd´s.
Gilberto Gil em Máquina de Ritmo e Concerto de Cordas: trabalho integrou as comemorações dos 70 anos desse gênio da MPB Foto: O Globo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tabajara Belo e o violão brasileiro

Se houvesse uma palavra para definir o som produzido pelo violonista Tabajara Belo,39, essa palavra seria: brasileiríssimo. Cada nota extraída de seu violão carrega um pouco de nosso país. Seja nas cidades mineiras, ou em turnês nos Estados Unidos ou na Europa, seu som é inconfundível. O músico e mestre em violão - que se apresentou na abertura da Semana de Música promovida pela Daniel Bahia Escola de Música, no Real Esporte Clube, nessa segunda-feira, 10 - é um legítimo representante da escola brasileira do violão. Logo no início de sua apresentação foi possível essa percepção, afinal, ele tocou "Duas da manhã", clássico de Nelson Cavaquinho em que o malandro espera angustiado pela mulher, que demora a chegar, mesmo com o avanço da madrugada. Completamente antenado, Belo, que é professor titular de violão na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e possui formação erudita , não tem qualquer embaraço ao transitar pelo riquíssimo universo da música popular. Influenciado também pela música norte-americana, o violonista passeou pelo jazz, clássicos do Clube da Esquina e terminou o show com versões pra lá de criativas de músicas não muito comuns em uma apresentação solo de violão: Baba baby, de Kelly Key e Segura o Tchan, do grupo É o Tchan. Isso mesmo, senhoras e senhores, foi isso que vocês leram. Depois do show, gentilmente, Tabajara Belo concedeu rápida entrevista ao blog. Confira: Blog do Ulisses - Quais são suas principais influências? Tabajara Belo - São muitas. Do Brasil são Egberto Gismonti, Rafael Rabelo, Juarez Moreira, Toninho Horta e amigos que estudaram comigo no mestrado. Estrangeiros são principalmente Bill Evans e Ralph Towner. Blog do Ulisses - Já havia se apresentado em João Monlevade? O que achou da receptividade do público? Tabajara Belo - Sempre passei por aqui em viagens, essa foi a primeira vez que venho a trabalho. Foi muito bom tocar aqui. Gosto muito do Daniel Bahia (músico, fundador de escola de música de mesmo nome e organizador da Semana da Música, que começou hoje, 10 e vai até quinta, 13), um aluno muito dedicado. Eu estava preocupado por causa da chuva, mas mesmo assim a casa estava cheia. O público me recebeu muito bem. Legenda da foto: Eu e o violonista Tabajara Belo = legítimo representante da escola brasileira de violão, sem dúvida, um craque das cordas.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Incoerências e o previsível que pode dar certo

A demissão de Mano Menezes do comando técnico da seleção brasileira não me pegou de surpresa. Só estranhei o tempo que a CBF demorou para fazer isso, e justo agora, por mais incrível que possa parecer, o time estava ganhando padrão. Isso mesmo: padrão. Já era possível escalar boa parte do time, e ter em mente qual o esquema adotado - o 4.2.3.1, formação tática mais usada no mundo hoje. Só pra citar algumas equipes que jogam assim: Atlético, São Paulo, Real Madrid e Arsenal - e a forma como a equipe iria encarar os adversários. Apesar de entender que a mudança foi inoportuna, acredito que a previsível escolha por Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira pode, sim, dar certo. Os dois tem experiência de sobra e capacidade para montar uma seleção, que, se não entrar no rol das favoritíssimas Alemanha e Espanha, tem chances de ser no mínimo competitiva no mundial de 2014, no Brasil.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ministério Louka Fé no Stamtich Bar

Leitores e leitoras, boa tarde. Hoje, as 21h30, o Ministério Louka Fé se apresenta no Stamtich Bar (antigo Lapa 40). Conto com vocês lá. Muito obrigado.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Vitória pra continuar acreditanto

O triunfo do Galo sobre o Fluminense ontem, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, tem vários significados. Pelo menos pra esse que vos escreve. O Atlético foi muito bem no jogo por vários motivos: a sintonia fina com a massa, que mais uma vez deu show nas arquibancadas, a paciência em tocar a bola pra criar as melhores oportunidades, o ótimo futebol mostrado - mais uma vez - por Bernard, Leandro Donizete, Leonardo Silva, Jô e Ronaldinho Gaúcho, que em Minas voltou à sua melhor forma e tem feito a diferença. Vamos ao que esse jogo representou: o alvinegro diminuiu a diferença para o Fluminense, mostrou que pode dar trabalho até o fim na disputa do título e prova que no Independência vai ser muito difícil alguma equipe arrancar três pontos. Parabéns à torcida, que apoiou do início ao fim e optou por um protesto inteligente contra a péssima arbitragem - olha ela aí - que, por coincidência (será???) tem ajudado o tricolor carioca, à diretoria chefiada pelo presidente Alexandre Kalil, que oferece a melhor estrutura do Brasil e aos atletas, que resgataram o respeito pelo futebol do Galo. Foi um jogo emocionante do início ao fim: o Atlético partiu pra cima, e o Flu, ali, na dele, deixando o tempo passar e especulando nos contra-golpes. Tática que deu certo duas vezes, mas que não foi o suficiente pra segurar o mais tradicional de Minas. Agora é seguir nesse ritmo, vencendo cada jogo com talento e raça. Dessa forma, ainda acredito no título brasileiro de 2012.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O carioca Rene Silva, 18, é um dos melhores exemplos de como as redes sociais tem transformado radicalmente o jornalismo. Ele foi testemunha de um dos fatos mais impressionantes dos últimos anos no Brasil: a fuga de traficantes do Complexo do Alemão e a pacificação da comunidade pela Polícia. Enquanto o mundo estava curioso para saber o que acontecia na favela, Rene contava cada detalhe pelo twitter. A vida do garoto mudou radicalmente a partir daí. Essa e outras experiências ele conta em entrevista exclusiva concedida ao Blog do Ulisses. Boa leitura.
1)Há quanto tempo você atua na Complexo do Alemão como jornalista? Como surgiu o jornal Voz da Comunidade? Eu já atuo no alemão há 7 anos com o jornal Voz da Comunidade. Em 2005 estudei na escola municipal Alcides de Gasperi e participava do Jornal escolar criado pelo grêmio estudantil. Alguns meses depois do sucesso daquele jornal da escola, pensei em fazer um pra comunidade onde eu moro pra tentar resolver também os problemas sociais. 2)Quais são os maiores desafios de atuar nessa profissão na comunidade? Um dos maiores desafios para atuar nessa área ainda mais dentro da comunidade é o cuidado do assunto que se vai falar. Antigamente quando era ainda na época do trafico, a gente nunca falava deles nem da policia. Hoje com a ocupação da UPP nas comunidades é muito difícil não falar das ações que estão fazendo até porque é o governo que faz também e acaba trazendo melhorias pra gente. Quero muito um dia que o jornal seja só de notícias boas, mas infelizmente ainda tem muitos problemas sociais para serem resolvidos e precisamos até de mais pessoas com voz da comunidade. 3)Sua vida mudou completamente quando ocorreu a pacificação do Complexo do Alemão. Como foi transmitir o que acontecia ali para milhões de pessoas naquele momento tão tenso? Foi um dos momentos mais importantes da minha vida. Quando comecei a publicar aquilo que acontecia aqui na comunidade, as pessoas começaram a acompanhar tudo que acontecia... Deu uma tensão maior até por conta do número de pessoas que não parava de aumentar. De 180 seguidores, chegamos a 30 mil em menos de 24h. Tudo que acontecia aqui a gente publicava com a visão de morador. Nunca denunciando por onde a policia e nem o traficante passava, sempre informando. 4)O que você pretende fazer nos próximos anos como jornalista? Pretendo criar novos jornais comunitários em varias comunidades do Rj e quem sabe do Brasil afora?! E também quero tornar o Alemão um exemplo de sustentabilidade para o mundo com projetos sociais sustentáveis. 5)Como está sendo a experiência como consultor da TV Globo? Está sendo muito legal, gosto muito do que faço lá. Ajudo bastante com idéias, sugestões e aprendo muito com profissionais de diversas áreas que agora tenho contato. 6)Pretende atuar na TV como jornalista ou pensa em outra forma? Ainda não pensei sobre isso, mas faço participações especiais em novelas mostrando o meu trabalho aqui do alemão. 7)Como foi representar o Brasil na época das Olimpíadas na Inglaterra? Foi uma emoção muito grande!!! Representar nosso país e mostrar nossa cultura da favela. Foi minha primeira viagem internacional e a coca-cola me proporcionou essa felicidade. Sou grato à eles, sempre. Ao meu Deus pela sabedoria. 8)Obrigado pela entrevista Rene. Por favor, deixe uma mensagem para os leitores do Blog do Ulisses. A mensagem que eu deixo para os leitores é "Dêem voz à suas comunidades! Façam as pessoas ao seu redor sentirem-se importantes, é o que elas realmente são. Temos que dar voz à aos invisíveis".

domingo, 7 de outubro de 2012

Errar, aprender e seguir em frente Uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter é a de reconhecer erros. Ter a humildade de avaliar que fez algo que não foi certo e tentar reparar a situação é algo importantíssimo em nossa vida, mas ultimamente tem sido um artigo raro. Semanas atrás, errei com uma pessoa que gosto e considero muito mas muito mesmo. No mesmo dia em que fiz uma declaração extremamente infeliz sobre ela e percebi que aquilo foi extremamente ruim, a procurei para dizer que errei. Não foi fácil. Não porque eu tenha alguma resistência a pedir que alguém releve algo que fiz, mas por ter de encarar a situação de frente. Pensei: situações drásticas pedem medidas drásticas. Depois de uma longa conversa e vários pedidos de desculpas, fui embora com a certeza de que fiz tudo o que estava a meu alcance para que o clima entre nós melhorasse. Não nos falamos com a mesma frequência de antes, e isso é algo em que tenho pensado muito nos últimos dias e lamento profundamente. Espero, sinceramente, que um dia tenhamos a amizade de antes. Várias experiências vividas este ano me levaram a concluir que reconhecer um erro não nos deixa menores, ao contrário, isso traz crescimento e nos permite caminhar com a consciência leve e limpa.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Benefícios da amizade Caros (as) leitores (as), estou de novo na área. Hoje vou deixar o trio futebol - política - cultura de lado para falar um pouco de amizade. Amigos e amigas, mesmo que nem sempre perto, estão sempre nos fazendo sorrir e tornam nossa vida menos difícil. Acredito que não é muito difícil se tornar amigo (a) de alguém, mesmo quando o contato não é tão frequente. Fiz essa abertura para falar da minha professora de Inglês, Viviane Gonçalves. Gente da melhor qualidade, que fez aniversário na terça (4). Com certeza é uma das professoras de inglês mais legais que já tive. Além de muito inteligente, torna as aulas super engraçadas com seu aguçadíssimo senso de humor. A conheço a pouco tempo, mas suficiente para achá-la uma pessoa muito bacana. Como prometi a ela, publico a foto (abaixo) que fizemos no dia do aniversário. Valeu, Vivi.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Porque acredito no Atlético Caro (a) leitor (a), cá estou eu para, mais uma vez, falar de futebol. Ou melhor, falar do Clube Atlético Mineiro. E dessa vez não é para lamentar, como fiz outras vezes nesse espaço. É para comemorar a excelente fase que o clube e o time vivem. Líder incontestável do Campeonato Brasileiro, o alvinegro já garantiu o título simbólico do primeiro turno, e as estatísticas dizem tudo: melhor ataque com 31 gols, segunda melhor defesa, sendo vazado apenas 11 vezes, e maior número de vitórias, 13. É bom lembrar que o Galo fez 17 jogos, um a menos que as outras equipes, porque teve um jogo adiado contra o Flamengo de forma desavergonhada pela discutível Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Tentativas frustradas de "arranjos" à parte, a realidade é que 2012, até agora, parece ter sido um ano de acertos. O time teve mantida a base do ano passado, apesar da campanha ruim no Brasileiro de 2011, e com boas atuações, conquistou o Campeonato Mineiro de forma invicta, fato que não ocorria há 36 anos. Pensando em voos mais altos, a diretoria foi cirúrgica nos reforços: Leandro Donizete é um volante de boa técnica, que marca e sai bem para o jogo, Jô, atacante que estava esquecido no Internacional, caiu como uma luva no esquema tático - o da moda no futebol mundial hoje e utilizado pelos principais times, o 4-2-3-1 -, Júnior César acertou a lateral esquerda, Vitor passa a segurança que a massa esperava no gol, e para completar, o presidente Alexandre Kalil, numa jogada de mestre, trouxe para o alvinegro ninguém menos que o gênio Ronaldinho Gaúcho (foto), que saiu do Flamengo pela porta dos fundos. Confesso que, mesmo sendo fâ do craque há algum tempo, no início fiquei desconfiado, mas as boas atuações jogaram as dúvidas para escanteio. Além das atuações decisivas, o R49 tem ajudado no desenvolvimento do futebol dos mais novos, como Bernard, o mais novo candidato a craque no Brasil hoje. Cuca, treinador que já havia feito boas campanhas em outros clubes, é estudioso e encontrou o equilíbrio da equipe. O resultado vem em forma de atuações destacadas e vitórias, algumas delas memoráveis, como a última, conquistada contra o Botafogo aos 43 do segundo tempo com um gol do Messi (opa.. rs) Neto Berola. Por isso, posso afirmar que finalmente o momento do Atlético parece ter chegado: conseguiu aliar sua estrutura - a melhor do Brasil, como foi comprovado por pesquisa do canal SPORTV - à torcida apaixonada e um time digno de suas tradições. É por esses motivos que acredito que o título brasileiro pode sim chegar esse ano. Não caio na armadilha de achar que a taça virá com facilidade. Há grandes adversários pelo caminho, porém, uma coisa é certa: com foco, dedicação, humildade, e o principal, a manutenção do bom futebol apresentado até o momento, o Galo só perde esse campeonato se houver algum tipo de conluio maligno nos bastidores da CBF. Por isso, atleticana (o), acredite. Temos que continuar incentivando a equipe para que o belo trabalho na temporada seja recompensado com uma grande conquista.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Pancadas e um bom exemplo Leitores e leitoras, estou de volta. Agora para falar de um fato interessante que observei no último fim de semana. Não sou fã dessa nova onda mundial chamada Ultimate Fighting Championship (UFC), esporte que mescla várias artes marciais e que a cada dia ganha mais adeptos no Brasil e pelo mundo afora. Porém,não posso deixar de reconhecer uma atitude muito digna de um cara que, para muitos, é o melhor de todos os tempos na modalidade, o brasileiro Anderson Silva. Ainda no octógono, logo depois de vencer o norte-americano Chael Sonnen, em um confronto muito aguardado e definido pela imprensa como "Luta do Século", Silva pediu aos brasileiros presentes no local da luta, em Las Vegas que aplaudissem seu adversário, disse, em português e em inglês, que não tinha nada contra Sonnen e brincou ao convidá-lo para um churrasco. Como não sou muito chegado na pancadaria toda que rola no UFC, para mim a melhor parte da luta foi essa. Atitude digna de aplauso. Esportistas tem um papel importantíssimo na sociedade atual e devem usar da grande influência que tem para dar bons exemplos. Parabéns ao Anderson Silva. Crédito: Divulgação
Anderson Silva, para muitos, o melhor da história do UFC

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Eleições e o desafio da boa cobertura jornalística Leitores e leitoras, cá estou eu para falar de um assunto que já toma conta do noticiário e das conversas cotidianas: a escolha de prefeitos e vereadores por todo o Brasil em outubro. Política é um assunto que desperta meu interesse há anos, apesar de não ter lá muita especialidade no tema, me arrisco a dar alguns palpites. O que me levou a ler esse texto foi uma nota publicada na edição de hoje - sexta, 6 de julho - no jornal Folha de São Paulo a respeito de material elaborado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ). A entidade fez um manual - muito bom, diga-se de passagem - destacando as datas mais importantes e com dicas valiosas sobre o que pode e não pode na cobertura jornalística do pleito. Vale a pena conferir. É um material que deve ser lido e entendido por todos. A imprensa tem um papel importantíssimo nas eleições e toda a sociedade deve cobrar sempre por uma cobertura equilibrada, fiel aos fatos e respeitosa a quem está envolvido no pleito e aos eleitores. Na minha opinião, esse é o grande desafio dos veículos de comunicação. O manual pode ser lido no site da ANJ: www.anj.org.br